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direito de filmar

05 maio Witness e Defensoria Pública de SP lançam cartilha sobre o direito de filmar

Nesse mês, nós da Witness Brasil temos a alegria de compartilhar o resultado de um dos trabalhos que estamos desenvolvendo sobre o direito de filmar. Em parceria com a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, apresentamos uma cartilha online exclusiva sobre “Direito de Filmar Violações de Direitos Humanos”. Nela você encontra seus principais direitos ao filmar, algumas dicas para fazê-lo em segurança e também onde e como denunciar em caso de abuso de autoridade. ⠀ Acesse agora gratuitamente pelo link: http://bit.ly/Cartilha_DireitoDeFilmar   Defenda o #DireitoDeFilmar.   Para ter mais informações sobre como usar o video e a tecnologia na defesa dos direitos humanos acesse nossa seção do site “TUTORIAIS“.

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03 fev Fórum Fronteiras Cruzadas produz laboratório audiovisual African Immigrants Lives Matter em São Paulo

O Videolab_ConexõesMigrantes é uma parceria entre Fontie Forum e Witness Brasil e envolve atores da #CampanhaSomosJoãoManuel, produtores culturais periféricos, artistas e redes de migrantes com o objetivo de produzir memória sobre a vida e história do angolano João Manuel, na busca por sensibilizar a sociedade por justiça e reparação à família e outras vítimas de violência racista e xenófoba no Brasil. João Manuel foi um imigrante angolano que residia em Itaquera (SP) e trabalhava como frentista em um posto de gasolina. João tinha de 47 anos quando foi assassinado após uma discussão sobre o auxílio emergencial. Ele pagava seus impostos como todos os brasileiros e ainda mandava dinheiro para sua família em Angola. Estava lutando para reunir sua família aqui no Brasil, um sonho interrompido no dia 17/05/2020, quando foi atingido por quatro facadas no peito que o levaram a óbito poucos minutos após o ataque. João Manuel deixou a esposa e três filhos em total desamparo.   A #SomosJoaoMiguel é uma campanha de solidariedade às famílias imigrantes atingidas pela violência que tirou a vida de João Manuel e surge da iniciativa de brasileiros e imigrantes que contribuem com o movimento negro em diferentes estados do Brasil. Acompanhando e compartilhando #VideoLab – Conexões Migrantes, você apoia e amplifica as vozes que se mobilizam contra o racismo e a xenofobia. O VídeoLab aborda aspectos estruturais da condição de vida e trabalho no cotidiano de imigrantes na periferia de São Paulo, provoca reflexões sobre a produção da xenofobia, do racismo e da invisibilidade global. A proposta tem como fio condutor a valorização

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12 jan ‘Como um calo ou uma bomba-relógio?’ Reflexões sobre trauma, resistência e o trabalho com direitos humanos durante a pandemia

Por Maria Isabel Di Franco Quinonez, Eliza Hollingsworth, Lily Lucero, Sofia Jordan & Lili Spira  [Traduzido ao português pela Josefina Caro. Publicado originalmente aqui. Versão em espanhol aqui.] No auge da Primavera Chilena, a jornada de protestos que começou no Chile no fim de 2019, o advogado de direitos humanos Danny Rayman voltava para seu apartamento na Holanda sentindo-se angustiado e impotente depois de ter ido a um protesto na embaixada chilena. Longe da sua casa em Santiago, ele testemunhava –pelas redes sociais– a brutalidade da polícia contra os manifestantes que clamavam por uma vida digna na maior onda de revolta social no Chile desde a resistência à ditadura de Pinochet. Danny entrou em ação: criou um arquivo digital para preservar os conteúdos compartilhados no Twitter e Facebook. Seu objetivo era que esse material pudesse ser útil para os esforços futuros por justiça e reparações. Trabalhando colaborativamente com pesquisadores da Datos Protegidos, uma ONG de privacidade digital no Chile, Danny recebeu, verificou, classificou e arquivou centenas de videos da violência policial que acontecia diariamente no país.  A iniciativa foi chamada de Testigo en Línea (testemunha online). Todos os dias, o grupo trabalhava até as altas horas da madrugada, cuidadosamente revisando os conteúdos e assistindo a um fluxo incessante de imagens e vídeos, muitos com imagens fortes, das cenas de violência nas ruas do Chile. Foram seis meses totalmente dedicados a essa missão. Quando a pandemia chegou, a equipe do Testigo en Línea enfrentou uma situação ainda mais grave: a convergência do toque de recolher que foi imposto durante os protestos

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14 set Transformando participação em visibilidade nas transmissões ao vivo

Dando sequência ao nosso post com dicas para aumentar o envolvimento do público durante transmissões ao vivo, hoje vamos falar sobre como o engajamento dos participantes aumenta a visibilidade dos streamings. Você sabe como as interações no seu vídeo se relacionam com o algoritmo que determina para quem sua transmissão irá aparecer? Como usar tags para incentivar a tomada de ações entre seus seguidores? Neste post, vamos entender melhor questões como estas. Foi pensando nas diversas possibilidades que o mundo das transmissões ao vivo pode oferecer para os ativistas e comunicadores, que a Witness criou o projeto MobilizaJá (Mobil-Eyes-US). O objetivo é ajudar ativistas a engajar seus públicos de forma planejada, de modo que eles se tornem também parte ativa das transmissões, sejam mais úteis e co-presentes, quando necessário. Nós tivemos a chance de observar, testar e aprender junto a transmissões que monitoramos no âmbito deste projeto ao longo dos últimos três anos. Agora, nós estamos compartilhando alguns destes aprendizados.   Explique o “efeito em rede” O alcance de seus vídeos e transmissões aumenta em redes sociais a partir do total de engajamento gerado nos comentários e reações (link em inglês), tanto enquanto você transmite, como posteriormente, quando já encerrada. À medida que mais pessoas comentam, reagem, usam tags ou compartilham sua transmissão, mais pessoas ainda irão efetivamente ver sua transmissão em suas linhas do tempo.  Você pode explicar este “efeito em rede” para o seu público. Evite tratar as pessoas como consumidores. Tente não pedir a seus espectadores para “seguir, se inscrever e dar like” – assim como os

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10 mar [Santa Catarina] Vídeo de violência policial contra a mulher viraliza na internet

Mais uma vez o direito de filmar a violência da polícia foi violado diante da câmera de um celular. Dessa vez, policiais agrediram gravemente uma mulher e impediram que uma outra continuasse filmando uma abordagem violenta no município de Mafra, zona rural de Santa Catarina. No vídeo, policiais são vistos em um terreno privado discutindo com um grupo de mulheres, entre eles, uma senhora de 70 anos. Visivelmente alterados, um dos policiais alegando ter sido destacado, efetua uma detenção, e mesmo sem qualquer resistência, uma mulher é derrubada no chão com uma rasteira. Ela teve ferimentos no rosto e uma fratura na perna. Mais uma vez o direito de filmar foi violado diante da câmera de um celular. Dessa vez, policiais agrediram uma mulher e impediram que uma outra continuasse filmando uma abordagem violenta no município de Mafra, zona rural de Santa Catarina.https://t.co/CIUnhm3Dok — Witness Brasil (@WitnessBrasil) March 10, 2020   O caso aconteceu em 19 de fevereiro de 2020 e viralizou hoje nas redes sociais, dois dias depois do dia internacional da mulher em que milhares foram às ruas contra a violência e o patriarcado nos deparamos, mais uma vez com imagens que registram tamanha violência contra uma cidadã. “Não é surpresa que a Polícia fique nervosa quando vê alguém filmando. Eles entendem o poder dessas imagens e não querem que você, nem ninguém, as veja.”  disse Priscila Neri, diretora da witness Ao final do vídeo, podemos ver que quando o policial percebe a gravidade dos fatos que foram registrados, atenta contra a mulher que filmava com seu celular.

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